Olá ! Somos a equipe Natulife. Tivemos o intuito de criar um blog para apresentarmos nossa empresa. Como toda empresa que se preze temos nossas missões,visões e valores. A seguir abordaremos um pouco mais sobre nossos princípios:
Missão
Buscar por qualidade de vida e a conservação do solo e da natureza apontando para aqueles que produzem e incentivam o desenvolvimento do bem-estar social e da saúde da população.
Visão
Estar entre as marcas mais importantes no setor de alimentos naturais, no cenário nacional e mundial.
Valores
* Atender as necessidades e as expectativas dos nossos consumidores com produtos saudáveis.
* Incentivar o uso adequado dos recursos naturais.
* Promover o desenvolvimento social nas regiões produtoras de alimentos naturais.
Alimentos naturais são aqueles alimentos que foram cultivados em um processo de agricultura natural, ou seja, isentos de agrotóxicos. Muitas pessoas usam a palavra natural para todos os alimentos. Porém, são somente naturais aqueles alimentos que forem realmente cultivados pela natureza e não necessitem de qualquer componente químico.
Anna destaca a chia quando o assunto é dieta. “O grão não promove picos de insulina no sangue, facilita o aproveitamento da glicose pelas células e evita que o açúcar fique sobrando na circulação. A chia é rica em ômega 3, que combate ainflamação, ajuda na perda de peso e deixa o metabolismomais eficiente, além de reduzir o colesterol ruim e triglicérides”, indica Anna.“Os grãos são indicados para quem tem sobrepeso,obesidade, prisão de ventre, colesterol, celulite ou para quem está em busca de uma alimentação saudável. A melhor forma de consumi-los é adiciona-los em frutas, saladas,iogurtes ou sopas. Em relação à quantidade, recomendo uma colher de sopa em cada refeição" , explica a especialista.
Pela sua importância os vegetais devem ser consumidos na nossa alimentação, diariamente. Com eles podemos ter tudo o que o organismo precisa para se nutrir: proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e sais minerais.
– Consumir uma dieta rica em legumes, verduras e frutas, como parte de uma dieta saudável pode reduzir o risco de doença cardíaca, incluindo ataque cardíaco e derrame.
– Já como parte de uma dieta saudável e rica com frutas e legumes pode proteger contra certos tipos de câncer.
– As dietas ricas em alimentos contendo fibra tais como algumas frutas e verduras, podem reduzir o risco de doença cardíaca, a obesidade, e diabetes do tipo 2.
– Consumir frutas e legumes ricos em potássio, como parte de uma dieta saudável pode reduzir a pressão arterial, e também pode reduzir o risco de desenvolver pedras nos rins e ajudar a diminuir enfraquecimento ósseo.
– Consumir alimentos como legumes, que são mais baixos em calorias por copo, em vez de algum outro alimento mais calórico pode ser útil para ajudar a menor ingestão de calorias.
Observem o Guia da Pirâmide Alimentar que agora tem orientações mais específicas, separa frutas dos vegetais, e recomenda maiores porções diárias de cada. De acordo com a pirâmide, uma dieta de 1.600 calorias diárias deve conter pelo menos três porções de vegetais e duas porções de frutas. Uma dieta de 2.800 calorias diárias deve ter pelo menos 5 porções de vegetais e quatro de frutas.
A pele e o cabelo agradecem por uma alimentação rica em vegetais como: verduras, legumes, grãos, sementes e frutas, ainda mais se forem crus. (leia também: “Dispense os cosméticos” em Guia Saudável)
Pragas
Abacaxi:
A bromelina encontrada no abacaxi é capaz de quebrar proteínas em pequenos
pedaços, auxiliando na digestão de carnes e outras
Entre em contato conosco !
E-mail: nl.natulife@gmail.com
Endereço: BR 101 Saída do km 254, Zona Rural,
Rio Bonito - RJ
Rio Bonito - RJ
O que são alimentos naturais ?
Alimentos naturais são aqueles alimentos que foram cultivados em um processo de agricultura natural, ou seja, isentos de agrotóxicos. Muitas pessoas usam a palavra natural para todos os alimentos. Porém, são somente naturais aqueles alimentos que forem realmente cultivados pela natureza e não necessitem de qualquer componente químico.
8 razões para consumir alimentos naturais
1 – Mais nutritivos
Os alimentos naturais são bem mais nutritivos do
que os famosos industrializados. São também ricos em vitaminas e minerais, além
de contar com baixas calorias, o que é ótimo para quem quer manter uma boa
saúde e ficar longe da obesidade.
2 – Muito mais saúde
Os alimentos naturais são livres de pesticidas. Isso ajuda a
pessoa a evitar a ingestão de substâncias cancerígenas e doenças provocadas por
agrotóxicos.
Além disso, os alimentos de origem animais geralmente vêm
contaminados com antibióticos e hormônios, que são nocivos para a saúde humana.
Ao consumir alimentos naturais, você certamente ficará longe dos alimentos
geneticamente modificados.
3 – As crianças mais saudáveis
Ao inserir na alimentação infantil os alimentos naturais, isso
reforça o sistema imunológico e, por consequência, a saúde delas fica mais
forte.
Além disso, ao se alimentarem melhor, elas também ficam menos
propensas a desenvolver doenças como diabetes, pressão alta, obesidade infantil
e outras doenças ligadas a má alimentação.
4 – Você não engorda
Exatamente. Ao trocar os alimentos industrializados pelos
naturais, as chances de você engordar e acabar com sobrepeso são
infinitamente menores. Isso porque os alimentos naturais são pobres em
calorias, mas ricos em vitaminas e minerais.
5 – Você consome mais água
Quando você passa a ingerir alimentos naturais (que tem muito
mais fibras que os comuns), isso acaba fazendo com que a pessoa beba mais água.
E, ao beber mais água, o seu organismo fica mais hidratado, elimina mais
rapidamente as toxinas e você se torna muito mais saudável.
6 – Pressão arterial mais baixa
Os alimentos naturais são ótimos para os hipertensos, pois, os
industrializados tem muito sódio e elevam a pressão arterial. Basta ver os
rótulos dos alimentos industrializados: as quantidades de sódio são absurdas em
um simples biscoito recheado!
Já nos alimentos naturais, a quantidade de sódio é bem mais
baixa, o que ajuda a pessoa a baixar e controlar a pressão arterial.
7 – Diabetes sob controle
Quem sofre com o diabetes, precisa ter um cuidado redobrado com
a sua alimentação, já que o consumo de açúcares deve ser controlado. Mas, ao
adotar o consumo de alimentos naturais, é possível comer melhor, desde que não
se exagere, pois as frutas também tem açúcar (frutose). Basta não exagerar!
8 – Menor consumo de gordura
Em tempos de excesso de peso e obesidade, diminuir o consumo de
gordura é necessário, especialmente quando a pessoa já tem propensão a ganhar
peso. E os alimentos naturais são muito pobres em gordura.
LISTA DE ALGUNS PRODUTOS
ABACATE | 18 KG | R$ 50,00 |
ABOBORA | 18 KG | R$ 18,00 |
ABACAXI | DZ | R$ 40,00 |
ALFACE | DZ | R$ 9,00 |
ALHO | 10 KG | R$ 160,00 |
BANANA NANICA | 22 KG | R$ 40,00 |
BANANA PRATA | 20 KG | R$ 50,00 |
BATATA | 50 KG | R$ 100,00 |
BATATA DOCE | 20 KG | R$ 50,00 |
BERIJELA | 12 KG | R$ 20,00 |
BETERRABA | 19 KG | R$ 20,00 |
BROCOLIS | DZ | R$ 24,00 |
CEBOLA | 20 KG | R$ 20,00 |
CENOURA | 20 KG | R$ 20,00 |
COUVE | DZ | R$ 8,00 |
COUVE FLOR | 6 UNID. | R$ 10,00 |
ESPINAFRE | DZ | R$ 20,00 |
GOIABA | 2,5 KG | R$ 10,00 |
INHAME | 19 KG | R$ 45,00 |
JILO | 15 KG | R$ 35,00 |
LARANJA | 20 KG | R$ 22,00 |
LIMAO | 20 KG | R$ 55,00 |
MACA | 18 KG | R$ 85,00 |
MANGA | 6 KG | R$ 18,00 |
A importância da alimentação natural
A alimentação da maioria das pessoas atualmente está baseada no consumo de produtos refinados e industrializados. Alimentação desequilibrada e estilos de vida errados favorecem o ganho de peso, o aumento da gordura corporal, alterações bioquímicas e o aparecimento de doenças como diabetes, hipertensão, aumento do mau colesterol (LDL), e diminuição do bom colesterol (HDL), triglicérides, doenças cardiovasculares, câncer, maior risco de infarto, problemas gástricos e intestinais. A aquisição de hábitos de vida saudáveis e a realização de uma alimentação natural equilibrada favorecem a redução e/ou a manutenção do peso corporal, assim como a prevenção dos mais variados tipos de doenças promovendo melhor qualidade de vida ao individuo.
Além dos alimentos do dia-a-dia, alguns ainda são muito importantes para a prevenção de doenças e promoção da saúde. Até os anos 70 a alimentação natural era tida como hábito de um público alternativo, também conhecido como naturalista e ecológico. Aos poucos, contudo, ela foi ganhando espaço e conquistando mais adeptos, ao mesmo tempo em que estudos científicos passaram a comprovar a sua eficácia e importância para a saúde humana.
Aprenda a fazer uma horta dentro de casa
Cultivar uma horta , independente do tamanho e da variedade de alimentos plantados, é sempre bom. Bom para a saúde e o bem-estar da família, que irá ingerir alimentos mais saudáveis e livres e agrotóxicos, e também para o meio ambiente, que deixará de receber produtos químicos e ter seus recursos naturais, como solo e água, explorados de forma insustentável. Fazer uma horta em casa aumenta o seu contato com a natureza e economiza nas feiras e supermercados.
É preciso ficar atento e tomar alguns cuidados na hora de montar a sua horta. Elas podem ser feitas em todos os tipos de casa e apartamentos, só precisam ser adaptadas ao espaço e aos recursos disponíveis.
Preparativos
Antes de iniciar sua horta, fique atento aos seguintes fatores:
Clima – ele é determinante na adaptação de certas culturas e deve ser levado em consideração na seleção de variedades. As diferenças entre estações, quanto à temperatura e volume de chuva devem ser verificados, servindo como base para um calendário de épocas de plantio.
Solo - muita atenção ao tipo e cuidado do solo. O solo é considerado um organismo vivo, que interage com a vegetação em todas as fases de seu ciclo de vida. Devem ser analisados em seus aspectos físico (textura e estrutura), químico (nutrientes) e biológico (organismos vivos existentes no solo).
Local – o lugar da instalação da horta tem de ser de fácil acesso, maior insolação possível, água disponível em quantidade e próxima ao local. Não devem ser usados terrenos encharcados. Os canteiros devem ser feitos na direção norte-sul, ou voltados para o norte para aproveitar melhor o sol. No local da horta não é aconselhável a entrada de galinhas, cachorros ou coelhos.
Espécies – escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.
Dentro de casa
Para montar uma horta em espaços pequenos, como apartamentos, prefira os vasos. Eles podem ser de qualquer tamanho, apenas assegure-se de só plantar espécies que irão se adaptar ali.
Passo a passo:
1. Escolha um vaso com furos;
2. Encha um terço do vaso com brita ou pó de brita, para a drenagem;
3. Coloque uma mistura de duas partes de terra, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus até a borda do vaso;
4. Espalhe um pouco de areia;
5. Plante as mudas.
Informações sobre a segurança de alimentos naturais:
Os alertas para alérgicos nas
embalagens de alimentos não podem ser impressos juntos à data de validade
Profissionais da indústria de alimentos têm buscado alternativas para aproveitar as embalagens já impressas sem os dizeres da RDC 26/15. Uma delas, é o uso de etiquetas, o que foi aprovado pela Anvisa como já descrevemos aqui.
Há quem esteja pensando em imprimir o alerta nas embalagens existentes aproveitando o datador do lote e validade, mas esta não é uma solução viável de acordo com o entendimento da Anvisa.
Após a publicação da norma aprovada no Diário Oficial, diante de questionamentos que lhe foram apresentados pelo setor produtivo, a Anvisa elaborou o documento Perguntas e Respostas sobre Rotulagem de Alimentos Alergênicos, no qual expressa e reiteradas vezes declara que o setor produtivo deve atentar-se para a padronização do modo de declaração dos alergênicos previsto na RDC 26/15, como no caso das perguntas 45 e 46, abaixo destacadas:
Quais são os requisitos de legibilidade das advertências?
A RDC nº 26/2015 estabeleceu requisitos de legibilidade que contemplam regras sobre a localização da advertência e exigências sobre os caracteres utilizados. Também foram estabelecidas regras para o agrupamento das advertências. Essas medidas têm como objetivo garantir que as informações sejam fornecidas de forma padronizada, clara, e em destaque, de forma a facilitar sua visualização e leitura pelo consumidor.
Em relação à localização, as advertências devem estar agrupadas imediatamente após ou abaixo da lista de ingredientes”.
O formato das advertências pode ser diferente do exigido na RDC nº 26/15?
A comunicação da presença intencional de alimentos alergênicos e seus derivados ou da contaminação cruzada com esses constituintes deve seguir obrigatoriamente a padronização estabelecida na RDC 26/15”.
Assim, ainda que a Anvisa tenha admitido a possibilidade do uso de etiquetas para complementação das informações nos rótulos (pergunta 60), a Agência expressamente condicionou o uso desta solução ao atendimento à forma de declaração prevista na RDC 26/15 (“(e) atenda a todos os requisitos estabelecidos na RDC 26/15, incluindo aqueles relacionados à localização e legibilidade das advertências”), que exige, em seu artigo 8º, que as advertências sobre os alergênicos “devem estar agrupadas imediatamente após ou abaixo da lista de ingredientes e com caracteres legíveis”.
Dessa forma, a impressão do alerta junto com as informações de lote e validade diferente das orientações acima, não está de acordo com os requisitos da RDC 26/15.
Missão de proteger a saúde da população leva
ANVISA a manter o prazo da norma de rotulagem de alergênicos
Após amplo e democrático debate que levou mais de 1 ano, em 24 de junho de 2015, por unanimidade de votos, a Diretoria da Anvisa aprovou a regulamentação da rotulagem de alergênicos em alimentos.
De acordo com o artigo 11 da Resolução RDC nº 26/15, publicada em 3 de julho de 2015, o prazo para promover as adequações necessárias na rotulagem dos produtos seria de 12 (doze) meses, contados a partir da data de sua publicação.
Registre que os produtos postos à venda antes do fim do prazo de adequação poderão ser comercializados até o fim do seu prazo de validade, nos termos do parágrafo único do artigo 11 da RDC nº 26/15.
Próximo ao fim do prazo, foram apresentados diversos pedidos de prorrogação por parte do setor produtivo, assim como manifestações de apoio à manutenção do prazo indicado na RDC nº 26/15, tema que foi levado à reunião da Diretoria Colegiada no último dia 1º de junho.
O setor produtivo apresentou argumentos no sentido de que o prazo teria sido muito exíguo, que um prazo único para produtores de ingredientes e transformadores seria um desafio para o setor, e que o descarte de embalagens seria oneroso, além de poder trazer prejuízos ao meio ambiente.
De outro lado, aqueles que defenderam a manutenção do prazo fundamentaram suas alegações no fato de que o debate sobre a necessidade de regulamentação da rotulagem de alergênicos no Brasil teria se iniciado muito antes, em abril de 2014, que a saúde da população alérgica demandava atenção urgente, que o Código de Defesa do Consumidor, assim como a legislação sobre boas práticas de produção, já indicavam a necessidade de maior controle sobre a produção e a escolha de ingredientes, além da consideração que ampliar o prazo significaria aumentar o tempo de convívio de produtos já rotulados nos termos da RDC em questão com os ainda não adequados, um risco muito elevado para quem convive com alergia alimentar.
Na reunião em questão, os Diretores trouxeram algumas mensagens importantes para o setor produtivo, como a fala do Dr. Ivo Bucaresky no sentido de que “alimento também pode gerar risco à saúde humana, especialmente alimentos processados”, o que demanda a necessidade do Estado regulamentar o setor, inclusive porque o mercado não teria capacidade de se autorregular e de proteger a população.
Neste mesmo sentido, o Dr. Renato Porto, relator do projeto que culminou com a aprovação da RDC 26/15, reforçou que a Agência deve regular um produto, no caso, os alimentos, para a proteção da população hipossuficiente, que demanda informações claras nos rótulos para fins de usufruir de seu direito de livre escolha (escolha esta feita com base em suas necessidades de saúde).
Especificamente em relação aos pedidos levados pelo setor produtivo, o Presidente da Agência, Dr. Jarbas Barbosa, em sua fala, pontuou que, dos argumentos apresentados nas petições, não haveria consistência que demonstrasse a inviabilidade em relação ao tempo de adequação.
Assim, por unanimidade de votos, os diretores da Anvisa mantiveram o prazo de adequação previsto na RDC nº 26/15, que finda em até 3 de julho deste ano, tendo sido reforçada a possibilidade do uso de etiquetas para a inclusão do alerta sobre alergênicos, de modo que não haveria necessidade de descarte de embalagens porventura já produzidas.
Dessa forma, a impressão do alerta junto com as informações de lote e validade diferente das orientações acima, não está de acordo com os requisitos da RDC 26/15.
Missão de proteger a saúde da população leva ANVISA a manter o prazo da norma de rotulagem de alergênicos
E quando não houver alergênicos, o que declarar?
Apesar da vigência próxima da RDC 26, nota-se que ainda existem dúvidas simples com relação a declaração de alergênicos nas respectivas rotulagens, e a comprovação disto é que já se pode observar nas prateleiras produtos com alguns “desvios” do que se preconiza a legislação, demonstrando que ainda há necessidade de clareza sob a ótica de certos aspectos.
Exemplo disto, ao se verificar a composição de certo produto no mercado e a respectiva frase de alerta para alérgicos, nota-se uma pequena frase adicional: “NÃO CONTÉM (alérgeno) ”.
Mas esta alegação é permitida perante a RDC 26?
Ok, sabemos que devido a natureza de certos produtos (por exemplo, uma bebida vegetal destinada ao público alérgico ou intolerante a proteínas e açúcares do leite), esta prática parece um tanto atrativa como ferramenta de marketing e até mesmo uma solução para esclarecimentos adicionais aos consumidores, porém este tipo de claim não se sustenta sob a ótica regulatória da legislação brasileira (e até mesmo técnico-cientifica) conforme demonstraremos abaixo.
A RDC 259, resolução que trata a rotulagem de alimentos embalados, já apresenta por si própria diretrizes suficientes que demonstram a não aplicabilidade da expressão “NÃO CONTÉM”:
3.1. Os alimentos embalados não devem ser descritos ou apresentar rótulo que:
- Atribua efeitos ou propriedades que não possuam ou não possam ser demonstradas (pelo cenário da regulamentação de alergênicos e pelos entraves técnico-científicos, destacamos aqui como motivadores as questões associadas à não definição de limites de segurança e limites de detecção para alergênicos);
- Destaque a presença ou ausência de componentes que sejam intrínsecos ou próprios de alimentos de igual natureza, exceto nos casos previstos em Regulamentos Técnicos específicos.
Pelo texto da RDC 26, a declaração de alergênicos rotulagem é positiva e deve ser realizada através da avaliação da PRESENÇA intencional (componentes dos ingredientes) e não intencional (alergênicos não controlados pelo Programa de Controle de Alergênicos) para elaboração da frase de alerta “ALERGICOS: CONTÉM…/PODE CONTER…”.
Desta forma, a declaração “NÃO CONTÉM” para alergênicos não é positiva perante o cenário regulatório tanto no que se refere a RDC 26 quando à outras normas, e não poderá ser aplicada na rotulagem.
Lembramos que a legislação vigente é positiva para declaração de “NÃO CONTÉM” apenas para glúten, conforme previsto pela Lei n° 10.674, porém não se trata de um componente alergênico – Lei nº 10.674, de 16 de maio de 2003 – Obriga que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca.
Abaixo você leitor pode encontrar a resposta oficial da Anvisa sobre este tema, com texto completo do documento Perguntas e Respostas – Janeiro 2016:
Podem ser realizadas alegações referentes à ausência de alimentos alergênicos?
A RDC nº 26/2015 estabeleceu que alegações sobre a ausência de alimentos alergênicos não podem ser utilizadas em alimentos comercializados no Brasil até que critérios específicos estejam estabelecidos num regulamento técnico específico. Essa medida foi adotada após avaliação das possíveis vantagens e problemas que poderiam ocorrer devido à veiculação dessas alegações.
Esse tipo de alegação tem o potencial de auxiliar os consumidores com alergias alimentares a realizarem escolhas alimentares mais seguras. Adicionalmente, podem servir como estímulo para que os fabricantes ofertem mais alimentos isentos de alergênicos. Durante a elaboração da resolução, foi verificado que em alguns países existem alimentos especialmente desenvolvidos para indivíduos com alergias alimentares.
Entretanto, a ANVISA, até o momento, não conseguiu estabelecer critérios para o uso dessas alegações que fossem capazes de proteger os consumidores mais sensíveis devido às limitações no conhecimento técnico-científico disponível. Os dados científicos não permitem, por exemplo, estabelecer limites de segurança que sejam capazes de proteger todos os indivíduos com alergias alimentares. Já os métodos analíticos disponíveis não são capazes de garantir a completa ausência de constituintes alergênicos.
Deve ser observado, ainda, que a RDC nº 259/2002 proíbe que a ausência de componentes que não estão presentes em alimentos de igual natureza seja destacada, exceto quando prevista em regulamento técnico específico.
Portanto, a fim de garantir um tratamento proporcional e, claro, da matéria em função das incertezas existentes, a ANVISA entendeu ser mais adequado estabelecer que alegações de ausência de alergênicos somente podem ser utilizadas quando atenderem ao disposto em regulamentos técnicos específicos.
1 Se o meu fornecedor declara que na matéria-prima “Pode conter Látex”,
por mais que em meu processo não tenha látex, será necessário declarar em
rotulagem?
Recebi a pergunta a seguir de um cliente . Achei a pergunta muito interessante e por isso gostaria de compartilhar com vocês. Minha recomendação
- Confirmar com o fornecedor a informação, e entender a origem desta contaminação de látex na matéria prima.
- Em caso afirmativo, a indústria que utilizada esta matéria prima DEVERÁ rotular no produto que recebe este ingrediente, “PODE CONTER LÁTEX”.
Uma estratégia para evitar a rotulagem neste caso da leitora, poderia ser a substituição do fornecedor, por outro que não apresente o risco da presença do látex (ou outro alergênico) na matéria prima comprada.
Entendo que é “indesejável” para a indústria, rotular que pode conter um alergênico, que nem mesmo está presente em sua planta. Entretanto, se o risco existe (ou pode existir conforme comunicação do fornecedor), faz parte do nosso compromisso com a saúde dos consumidores colocar este alerta.
Curiosidades neste ramo:
Podem ser realizadas alegações referentes à ausência de alimentos alergênicos?
Portanto, a fim de garantir um tratamento proporcional e, claro, da matéria em função das incertezas existentes, a ANVISA entendeu ser mais adequado estabelecer que alegações de ausência de alergênicos somente podem ser utilizadas quando atenderem ao disposto em regulamentos técnicos específicos.
1 Se o meu fornecedor declara que na matéria-prima “Pode conter Látex”,
por mais que em meu processo não tenha látex, será necessário declarar em
rotulagem?
Recebi a pergunta a seguir de um cliente . Achei a pergunta muito interessante e por isso gostaria de compartilhar com vocês. Minha recomendação
- Confirmar com o fornecedor a informação, e entender a origem desta contaminação de látex na matéria prima.
- Em caso afirmativo, a indústria que utilizada esta matéria prima DEVERÁ rotular no produto que recebe este ingrediente, “PODE CONTER LÁTEX”.
Uma estratégia para evitar a rotulagem neste caso da leitora, poderia ser a substituição do fornecedor, por outro que não apresente o risco da presença do látex (ou outro alergênico) na matéria prima comprada.
Entendo que é “indesejável” para a indústria, rotular que pode conter um alergênico, que nem mesmo está presente em sua planta. Entretanto, se o risco existe (ou pode existir conforme comunicação do fornecedor), faz parte do nosso compromisso com a saúde dos consumidores colocar este alerta.
Alimentação natural é tendência de negócio para 2016
A alimentação saudável é uma das tendências de bons negócios para 2013. E as pequenas empresas estão investindo neste setor que cresce cada vez mais no país. O mercado oferece aos consumidores desde frutas especiais até restaurantes especializados em comida vegetariana e vegana.
O empresário Carlos Alexandre Ribeiro montou um delivery de frutas frescas. Elas são entregues em empresas que querem oferecer algo mais para os funcionários. Uma idéia comum na Europa e que começa a ser adotada no Brasil. Na empresa, as frutas passam por uma seleção rigorosa.
Os clientes são exigentes e fazem questão de frutas perfeitas. Depois de selecionadas, as frutas são lavadas e esterilizadas. Algumas são embaladas em saquinhos, outras, em potinhos.
“Dá muito trabalho! Não é um mercado para aventureiros! Você tem que se dedicar ao trabalho. A taxa de retorno também demora muito pra vir, mas é compensador”, diz o empresário.
O preço médio de uma cesta é de R$ 35. Para montar o delivery, o empresário investiu R$ 230 mil. A empresa entrega 100 cestas por dia, chegando a um total de cinco mil frutas. O delivery de frutas frescas tem mais de 50 clientes e fatura R$ 80 mil por mês.
“Nossa meta é de faturar pelo menos mais do que o dobro do que a gente está faturando hoje”, diz Ribeiro.
Há um ano, esta empresa é cliente do delivery de frutas. E todas as manhãs, as cestas chegam por aqui, atendem às necessidades dos funcionários.
“Pra gente é prático, as frutas já vem higienizadas, já vêm cortadas para o consumo imediato”, comenta Vanessa Perez, de uma empresa cliente do delivery de frutas.
A especialidade de um restaurante de São Paulo é a comida vegetariana e vegana, uma culinária sem produtos de origem animal. A empresária chilena Mylenne Signe, radicada no Brasil desde 1987, montou o espaço, há 10 anos, com investimento de R$ 300 mil. De lá para cá, a clientela só aumenta.
“Tem crescido muito, não é esse público alternativo que antigamente sempre se associava (...) agora é maior, assim tem quem não é vegetariano, quem aprecia, então está aumentando sempre”, revela Mylenne.
A empresária sempre cria receitas novas e cuida de tudo bem de perto. Ela comanda uma equipe com cerca de 10 funcionários. A cozinha não para, por conta da variedade de pratos. Um dos preferidos é a feijoada, feita sem gordura, nem carne de porco. A receita é feita à base de legumes e tofu, um queijo de soja.
A feijoada vegana é servida no buffet de sábado. “Olha, eu prefiro até do que a feijoada tradicional, porque eu não como carne, então eu não como a feijoada tradicional, mas eu gosto dessa”, afirma o cliente Rodrigo Freire.
O buffet ainda oferece outras opções saborosas, como lasanha de abóbora com frutas secas; torta de brócolis; e um prato indiano agridoce, a base de tomate, cravo e canela – pratos que atraem adeptos e apreciadores da culinária vegetariana.
“Não sou vegetariano, mas pelo menos uma ou duas talvez vezes por semana eu venho no restaurante, não necessariamente porque é vegetariano, mas porque a comida é boa”, comenta Alessandro Lahr.
Quatro mil clientes por mês, gastam, em média R$ 25 por refeição. O faturamento médio mensal gira em torno de R$ 100 mil. Para este ano, a meta da empresária Mylenne é investir numa segunda unidade.
“Tem muito campo, acho que o ideal seria ter vegetarianos em um quarteirão, vários lugares. Eu acho que isso seria o ideal”, fala a empresária.
Para o consultor Francisco Guglielme, o mercado de alimentação saudável está em crescimento e traz boas notícias para quem pretende investir. “É uma tendência e não é modismo, é um crescimento contínuo, vem se apresentando ano a ano como um mercado de crescimento contínuo.”
Passo para uma Alimentação Mais Natural
É interessante perceber como as coisas mudam... Há uns anos atrás, todo mundo achava que alimentação natural era só “coisa de gente natureba”, mas hoje já se sabe que na verdade os alimentos mais frescos, mais próximos da natureza, além de serem bem gostosos, só trazem vantagens: ajudam a prevenir doenças crônicas como as do coração, problemas respiratórios, certos tipos de câncer, além de ajudarem a manter o corpo em um peso naturalmente equilibrado. Conheça essas dicas superfáceis de seguir para melhorar sua alimentação.
QUANTO MAIS INTEGRAL, MELHOR
Comer nem sempre é sinônimo de nutrir o corpo. Para nutrir, é preciso ter uma alimentação de qualidade, com nutrientes que fazem o corpo funcionar. E nisso os alimentos naturais integrais são campeões!
Menos processados e sem aditivos artificiais (como corantes, conservadores, espessantes e aromatizantes artificiais), eles estão repletos de fibras, vitaminas, minerais e outros nutrientes. Isso porque não perderam as suas principais partes durante a produção, ao contrário do que acontece com os produtos refinados. É como o caso do arroz integral, por exemplo, que preserva o farelo e o gérmen do grão (onde estão os principais nutrientes), que são exatamente a s partes retiradas do arroz branco. O mesmo acontece com os biscoitos e massas integrais: feitos com farinha integral, que preserva os benefícios do grão, são muito mais saudáveis do que as versões refinadas, feitas com farinha branca.
E agora vem a dica: prefira os alimentos naturais e integrais (como arroz integral, ofeijão, as massas e biscoitos/cookies integrais, além de frutas, verduras e legumes). Evite os refinados, feitos com farinha branca (como biscoitos e massas refinadas, pães brancos etc), arroz branco e doces à base de açúcar (prefira à base de frutas).
PREFIRA AS BOAS FONTES DE PROTEÍNAS
Ninguém vive bem sem proteínas. Elas ajudam a formar e a manter nossos músculos, pele, cabelos, e tem uma participação importantíssima no nosso sistema de defesa. Mas não basta procurar alimentos ricos em proteínas, é preciso saber se essas proteínas têm boa qualidade. Proteínas de origem vegetal, por exemplo, tendem a ser de mais fácil digestão, e com isso nosso organismo consegue aproveitá-las bem (não desmerecendo as proteínas de origem animal, como o ovo, por exemplo, que é bem nutritivo). Quinau, tofu (queijo de soja), leguminosas (feijão, grão de bico, ervilha), levedo de cerveja podem ser ótimas sugestões.
GORDURAS SAUDÁVEIS: UMA ESCOLHA INTELIGENTE
Foi-se o tempo em que todo mundo achava que alimentos com gorduras faziam mal à saúde. A verdade é que isso depende muito mais da qualidade dessas gorduras. E pra isso,pode contar com as insaturadas! Encontradas no azeite extra-virgem, nas castanhas, nozes e amêndoas e na linhaça, elas ajudam a manter a saúde do coração e até mesmo a prevenir o acúmulo de gordura na região da barriga. Sem contar que é uma delícia saborear uma saladinha com azeite extra-virgem, ou mesmo fazer um lanche à tarde com uma mistura de castanhas, nozes e frutas secas.
E dessa vez o sinal vermelho vai para as gorduras trans, presentes em alguns produtos industrializados (biscoitos e bolinhos recheados, sorvetes, entre outros). Elas aumentam o risco de problemas cardiovasculares. Pra não cair nessa, confira sempre a tabela nutricional das embalagens.
Gorduras saturadas em excesso também não são nada boas. Elas estão nas carnes gordurosas, aves com pele, nos leites integrais e seus derivados como queijos amarelos, requeijões etc.
DESCONFIE DOS DIETS/LIGHT/ZERO
“Nem tudo o que reluz é ouro”. Talvez esse seja o melhor ditado pra tocar nesse assunto. Hoje em dia as pessoas buscam tanto os produtos “sem açúcar”, “com menos calorias”, “0% de gorduras”, que eles estão ocupando cada vez mais espaço nas prateleiras dos mercados. Mas o que muita gente esquece é que, mais importante do que olhar o que o produto “não contém”, é saber direitinho o que foi colocado para substituir esse ingrediente/nutriente.
E agora a gente reforça aquele alerta: leia o rótulo dos alimentos antes de levá-los pra casa, evite os que trazem muitos aditivos artificiais na lista de ingredientes (como os corantes artificiais, conservadores, espessantes, aromas artificias ou idênticos aos naturais, edulcorantes e por aí, vai). Quanto mais naturais e menos processados, melhor.
SÓDIO SEM PASSAR DOS LIMITES
Quase todo mundo sabe que o excesso de sódio pode aumentar a pressão arterial, mas esse não é o único problema. Ele também pode causar doenças no coração, aumentar os hormônios do estresse e até mesmo fazer o ponteiro da balança subir (por ajudar a causar inchaço). Por isso, fique de olho para não exagerar no sal de cozinha (máximo 2g por dia, equivalente a 1 colher de chá, tanto para o sal refinado quanto para o “marinho”), sem se esquecer de que o sódio também está presente em produtos artificiais como molhos industrializados, salgadinhos tipo snacks, macarrões instantâneos convencionais, adoçantes à base de sacarina sódica ou ciclamato de sódio e outros. Prefira temperos naturais e os alimentos frescos sem aditivos artificiais.
FARTE-SE DE ÁGUA!
Taí um bem precioso, e que muita gente ainda não valoriza. Para que não seja esse o seu caso também, a dica é: tenha sempre uma garrafinha (de preferência, que não seja de plástico) cheia de água do seu lado. Assim fica fácil de lembrar de tomar pelo menos 2 litros dela por dia. E se quiser, pode incluir nessa contagem um pouco de chá ou suco natural.
ORGÂNICOS: MAIS DO QUE MODA, UM CUIDADO ESPECIAL COM A SAÚDE
Cada vez mais presentes no mercado, os alimentos orgânicos são produzidos de um jeito bem especial: sem agrotóxicos, eles concentram mais nutrientes e muito mais sabor, além de serem cultivados com responsabilidade sócio-ambiental.
Os orgânicos fazem um bem enorme para a nossa saúde. E agora é a hora de lembrar que o Brasil está entre os campeões mundiais no uso de agrotóxicos, e o pior é que a maioria dessas substâncias pode causar desde pequenas alterações hormonais, até câncer.
Então, sempre que puder, coloque os orgânicos na sua lista de compras. Procure se informar se há feiras de produtos orgânicos perto da sua casa e procure-os nos mercados. Vale a pena investir um pouco mais de tempo (e de dinheiro) nessa procura; o resultado será mais vigor e equilíbrio para o seu corpo.
BOM SENSO EM CADA GARFADA
Moderação é a chave do negócio! Afinal, ter uma alimentação mais natural não dá o direito de passar dos limites na quantidade. É importante ficar de olho nisso e procurar comer o suficiente para saciar a fome apenas. Excessos nunca fazem bem.
E por falar em moderação e bom senso, vale lembrar que ninguém precisa viver o resto da vida sem nunca mais colocar na boca nenhuma guloseima ou qualquer outro alimento que não seja lá muito saudável. O importante é não fazer disso uma regra, mas sim uma exceção, para momentos especiais como festas ou um final de semana especial, por exemplo.
MAIS ATENÇÃO AOS SINAIS DO CORPO
Aquela queimaçãozinha no estômago depois de um almoço “pesado”, uma baita dor de cabeça depois de comer algo que “não caiu muito bem”, ou mesmo uma prisão de ventre que já dura dias... esses podem ser alguns dos sinais que o nosso corpo dá quando não aceita bem determinado alimento. Pode ser um pedido para parar de comê-lo (isso se não for algum outro problema de saúde que mereça tratamento com nutricionista ou médico). Mas o detalhe é que se ignorarmos estes sinais, pode ser que o organismo “desista” de manifestá-los. E quem paga por isso é a saúde porque fica maior o risco de problemas sérios como enxaqueca, úlcera, doenças dos ossos, obesidade etc.
Fique de olho nas reações do organismo ao comer cada alimento e, se necessário, evite aqueles que você percebe que, de alguma forma, não costumam “cair muito bem”.
É HORA DE COMER!
Já conheceu alguém que vive na correria do trabalho o tempo todo e que chega até a esquecer de comer? Parece absurdo, mas infelizmente isso é cada vez mais comum. E o pior é que essas pessoas não fazem nem idéia de que estão colocando o organismo numa situação péssima de estresse e pode ser que logo, logo sua saúde comece a pedir socorro.
Ficar sem comer nada por muitas horas, além de estressar o corpo, pode fazer com que ele diminua o ritmo do metabolismo e acumule mais gordurinhas como garantia de reserva de energia. Comer a cada 3 horas é essencial.
Confira a lista de dez alimentos naturais que aceleram a queima de gordura
Não é novidade que a alimentação saudável é fundamental para a queima de gordura e o emagrecimento. Porém, alguns alimentos, chamados de termogênicos, sempre que associados a uma dieta equilibrada e a exercícios físicos, mais do que aquecem o corpo. Eles auxiliam no emagrecimento.
- Pimentão: fonte de vitaminas C e A, cálcio, fósforo e ferro. Ótimo ingrediente para saladas cruas e, ainda, tempero.
- Pimenta Caiena: é um estimulante natural. Fonte de vitaminas C e A, vitaminas do complexo B, cálcio e potássio (protege o coração). Utilizada como tempero.
- Gengibre: muito utilizado cru no tempero de aves e peixes, refogado, em forma de chá ou batido no liquidificador com frutas. O gengibre tem ação antiinflamatória, antimicrobiana, protege o fígado e o coração. Acelera em até 20% o organismo, além de ser um excelente antioxidante.
- Vinagre de maçã: super antioxidante, utilizado para tempero de saladas e ingrediente para sucos.
- Chá Verde: além de regular as taxas de colesterol, desintoxica. Ótima base para sucos naturais.
- Canela: essa especiaria, utilizada para adoçar chás, sucos e etc., tem propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e ainda, controle o índice glicêmico.
- Óleo de Coco: tem o poder de reduzir a velocidade em que os alimentos são digeridos, prolongando a saciedade e, assim, a fome. Fortalece o sistema imunológico e auxilia na digestão.
- Couve: extremamente rica em vitaminas e minerais, protege o organismo de várias doenças. Desintoxica o organismo e acelera o metabolismo. Pode ser utilizada in natura em saladas e sucos e refogada em sopas e caldos.
- Brócolis: possui substâncias que bloqueiam a ação de hormônios que estimulam a evolução dos tumores e protegem o organismo de doenças. O brócolis tem um alto teor de bioflavonóides e outros antioxidantes.
- Cacau: possui cafeína na composição, uma substância conhecidamente termogênica. Em sua versão em pó em cima de frutas ou batido com sucos ou vitaminas. Quanto mais cacau melhor e por isso somente os chocolates com mais de 50-60% de cacau são as melhores escolhas, mas mesmo assim fique em até 30g por dia.
Agrotóxicos e Aditivos

Os benefícios dos grãos
Linhaça (100 g equivalem a 450 calorias)
Farinha de feijão branco (100 g do grão equivalem a 38 calorias)
Quinoa (100 g equivalem a 398 calorias e 1 colher de sopa equivale a 70 calorias)Importância dos Vegetais
Importância dos Vegetais para a saúde
Pragas e métodos de controle
“Os termogênicos aumentam o metabolismo, fazendo com que o organismo acelere e gaste mais energia do que o habitual”, diz a nutricionista Mariana Durante Fernandes, da DNA Natural.
A pedido do blog, Marina listou dez alimentos termogênicos que podem ajudar na luta pela busca de um corpo mais saudável.
QUANTO MAIS INTEGRAL, MELHOR
PREFIRA AS BOAS FONTES DE PROTEÍNAS
GORDURAS SAUDÁVEIS: UMA ESCOLHA INTELIGENTE
E dessa vez o sinal vermelho vai para as gorduras trans, presentes em alguns produtos industrializados (biscoitos e bolinhos recheados, sorvetes, entre outros). Elas aumentam o risco de problemas cardiovasculares. Pra não cair nessa, confira sempre a tabela nutricional das embalagens.
Gorduras saturadas em excesso também não são nada boas. Elas estão nas carnes gordurosas, aves com pele, nos leites integrais e seus derivados como queijos amarelos, requeijões etc.
DESCONFIE DOS DIETS/LIGHT/ZERO
SÓDIO SEM PASSAR DOS LIMITES
FARTE-SE DE ÁGUA!
ORGÂNICOS: MAIS DO QUE MODA, UM CUIDADO ESPECIAL COM A SAÚDE
BOM SENSO EM CADA GARFADA
MAIS ATENÇÃO AOS SINAIS DO CORPO
É HORA DE COMER!
Não é novidade que a alimentação saudável é fundamental para a queima de gordura e o emagrecimento. Porém, alguns alimentos, chamados de termogênicos, sempre que associados a uma dieta equilibrada e a exercícios físicos, mais do que aquecem o corpo. Eles auxiliam no emagrecimento.
- Pimentão: fonte de vitaminas C e A, cálcio, fósforo e ferro. Ótimo ingrediente para saladas cruas e, ainda, tempero.
- Pimenta Caiena: é um estimulante natural. Fonte de vitaminas C e A, vitaminas do complexo B, cálcio e potássio (protege o coração). Utilizada como tempero.
- Gengibre: muito utilizado cru no tempero de aves e peixes, refogado, em forma de chá ou batido no liquidificador com frutas. O gengibre tem ação antiinflamatória, antimicrobiana, protege o fígado e o coração. Acelera em até 20% o organismo, além de ser um excelente antioxidante.
- Vinagre de maçã: super antioxidante, utilizado para tempero de saladas e ingrediente para sucos.
- Chá Verde: além de regular as taxas de colesterol, desintoxica. Ótima base para sucos naturais.
- Canela: essa especiaria, utilizada para adoçar chás, sucos e etc., tem propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e ainda, controle o índice glicêmico.
- Óleo de Coco: tem o poder de reduzir a velocidade em que os alimentos são digeridos, prolongando a saciedade e, assim, a fome. Fortalece o sistema imunológico e auxilia na digestão.
- Couve: extremamente rica em vitaminas e minerais, protege o organismo de várias doenças. Desintoxica o organismo e acelera o metabolismo. Pode ser utilizada in natura em saladas e sucos e refogada em sopas e caldos.
- Brócolis: possui substâncias que bloqueiam a ação de hormônios que estimulam a evolução dos tumores e protegem o organismo de doenças. O brócolis tem um alto teor de bioflavonóides e outros antioxidantes.
- Cacau: possui cafeína na composição, uma substância conhecidamente termogênica. Em sua versão em pó em cima de frutas ou batido com sucos ou vitaminas. Quanto mais cacau melhor e por isso somente os chocolates com mais de 50-60% de cacau são as melhores escolhas, mas mesmo assim fique em até 30g por dia.
Os benefícios dos grãos
Linhaça (100 g equivalem a 450 calorias)
Farinha de feijão branco (100 g do grão equivalem a 38 calorias)
Quinoa (100 g equivalem a 398 calorias e 1 colher de sopa equivale a 70 calorias)Importância dos Vegetais
Importância dos Vegetais para a saúde
Pragas e métodos de controle
“Os termogênicos aumentam o metabolismo, fazendo com que o organismo acelere e gaste mais energia do que o habitual”, diz a nutricionista Mariana Durante Fernandes, da DNA Natural.
A pedido do blog, Marina listou dez alimentos termogênicos que podem ajudar na luta pela busca de um corpo mais saudável.
De acordo com Anna Bordin, médica com prática ortomolecular da Clínica Bertoloni (SP), osgrãos trazem benefícios para o corpo, dieta e podem auxiliar nas diminuição do peso, entre outros problemas de saúde.
Anna destaca a chia quando o assunto é dieta. “O grão não promove picos de insulina no sangue, facilita o aproveitamento da glicose pelas células e evita que o açúcar fique sobrando na circulação. A chia é rica em ômega 3, que combate ainflamação, ajuda na perda de peso e deixa o metabolismomais eficiente, além de reduzir o colesterol ruim e triglicérides”, indica Anna.“Os grãos são indicados para quem tem sobrepeso,obesidade, prisão de ventre, colesterol, celulite ou para quem está em busca de uma alimentação saudável. A melhor forma de consumi-los é adiciona-los em frutas, saladas,iogurtes ou sopas. Em relação à quantidade, recomendo uma colher de sopa em cada refeição" , explica a especialista.
A chia é uma fonte de fibras que aumenta a saciedade, pois torna a digestão mais lenta e ajuda na desintoxicação do organismo por regular o trânsito intestinal. Conheça os grãos que fazem bem à saúde, dieta e descubra como incluir cada item no cardápio:
A linhaça é rica em fibras, regula o intestino, diminui a ansiedade e a inflamação em célulasde gordura. “Uma das finalidades da linhaça é a de ocupar o espaço no estômago e impedir que seja esvaziado rapidamente. Sem contar que as fibras existentes no grão também estimulam a produção de hormônios ligados à saciedade, que avisam ao cérebro que a barriga está cheia”, comenta a médica com prática ortomolecular Anna Bordini.
Dica para incluir na dieta: adicione em frutas, sucos, iogurtes e até em refeições, sendo salpicadas na comida. Antes de consumi-la, triture as sementes, guarde em potes de vidro bem fechados e conserve na geladeira durante três dias. “Outra dica é a de germinar as sementesde linhaça. Deixe-as de molho por 24 horas num recipiente com água. Em seguida, bata-as no liquidificador até formar um gel que deve ser guardado na geladeira em um pote por até 5 dias. Este gel pode ser usado em sucos, vitaminas e sopas”, completa a especialista.
A farinha de feijão branco possui uma proteína de reserva chamada de faseolamina. Quando ingerida, a proteína inibe a digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue, além de melhorar o aspecto da pele.
Dica para incluir na dieta: o feijão branco pode ser triturado e consumido como farinha. Ingira uma colher de café antes do almoço, diluída em uma pequena quantidade de água. Mas, tome cuidado para não exagerar na dose. O feijão branco contém toxinas que se consumidas em excesso (mais de 100 ml de farinha diluída) podem provocar diarréia e gases.
O grão é fonte de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais, aminoácidos e cálcio. Aquinoa é rica em fibras e ajuda no funcionamento intestinal, reduz a absorção de lipídeos, diminui os sintomas da TPM, fonte de vitamina E, D e do complexo B.
Dica para incluir na dieta: insira na preparação de folhas refogadas, igual ao preparo de couve ou espinafre. O grão também pode ser cozido com o arroz e temperado em saladas, ou no preparo de sopas. A farinha da quinoa pode ser usada para preparar mingaus, pães, pudins, massa para panqueca e biscoitos.
Pela sua importância os vegetais devem ser consumidos na nossa alimentação, diariamente. Com eles podemos ter tudo o que o organismo precisa para se nutrir: proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e sais minerais.
– Consumir uma dieta rica em legumes, verduras e frutas, como parte de uma dieta saudável pode reduzir o risco de doença cardíaca, incluindo ataque cardíaco e derrame.
– Já como parte de uma dieta saudável e rica com frutas e legumes pode proteger contra certos tipos de câncer.
– As dietas ricas em alimentos contendo fibra tais como algumas frutas e verduras, podem reduzir o risco de doença cardíaca, a obesidade, e diabetes do tipo 2.
– Consumir frutas e legumes ricos em potássio, como parte de uma dieta saudável pode reduzir a pressão arterial, e também pode reduzir o risco de desenvolver pedras nos rins e ajudar a diminuir enfraquecimento ósseo.
– Consumir alimentos como legumes, que são mais baixos em calorias por copo, em vez de algum outro alimento mais calórico pode ser útil para ajudar a menor ingestão de calorias.
Observem o Guia da Pirâmide Alimentar que agora tem orientações mais específicas, separa frutas dos vegetais, e recomenda maiores porções diárias de cada. De acordo com a pirâmide, uma dieta de 1.600 calorias diárias deve conter pelo menos três porções de vegetais e duas porções de frutas. Uma dieta de 2.800 calorias diárias deve ter pelo menos 5 porções de vegetais e quatro de frutas.
A pele e o cabelo agradecem por uma alimentação rica em vegetais como: verduras, legumes, grãos, sementes e frutas, ainda mais se forem crus. (leia também: “Dispense os cosméticos” em Guia Saudável)
Pragas
A cultura da mandioca, por ser de ciclo bianual, está sujeita a diversos ataques de insetos e ácaros, alguns classificados como pragas de maior importância, que podem causar danos severos à cultura e resultar em perdas no rendimento. Recomenda-se que sejam utilizadas práticas de manejo que contribuam para o bom desenvolvimento das plantas e possam reduzir os danos causados pelas pragas nas áreas de cultivo, tais como: obtenção de ramas para plantio em áreas não infestadas, seleção de manivas-semente, plantio em áreas corrigidas e adubadas conforme a análise de solo, plantio em cultivos múltiplos ou consorciados e rotação de culturas.
Percevejo-de-renda
Uma das pragas que vem preocupando a pesquisa no Cerrado é o percevejo-de-renda, Vatiga illudens (Drake, 1922), que normalmente não causava danos nos cultivos, mas tem-se constituído num problema, tanto nas áreas de pesquisa como nas áreas de produtores, aumentando sua ocorrência de ano para ano.É uma praga de hábito sugador que ocorre no início da estação seca. O adulto é de cor cinzenta e a ninfa (fase jovem do inseto) é branca, sendo ambos encontrados na face inferior das folhas basais e medianas da planta; quando o ataque é severo, podem chegar até as folhas apicais.O dano é causado tanto pelas ninfas como pelos adultos, cujos sinais de ataque manifestam-se por pontuações amarelas pequenas, que se tornam de cor marrom-avermelhada. Na face inferior das folhas aparecem inúmeros pontos pequenos, de cor preta, que correspondem aos excrementos dos insetos. Quando a infestação é severa, pode ocorrer o desfolhamento da planta.O dano na folhagem pode causar redução na fotossíntese e queda das folhas inferiores. Podem ocorrer perdas no rendimento, a depender da cultivar utilizada, idade da cultura, intensidade e duração do ataque.Pode causar perdas significativas no rendimento da cultura em condições de baixa umidade. Trabalhos no Cerrado verificaram reduções de 21% e 50%, respectivamente, na produção de raízes e massa verde do terço superior de diferentes cultivares de mandioca avaliadas nas condições do Distrito Federal; as cultivares mansas (Mantiqueira e Jaçanã) foram as mais infestadas, enquanto as bravas (EAB-670 e IAC 12-829) foram as menos infestadas.
10 frutas ricas em vitaminas e garantem proteção extra ao organismo
Banana: A fruta mais brasileira de todas não
pode faltar no cardápio. Ótima fonte de potássio, ajuda a regular a pressão
arterial. Também são ricas em vitaminas do complexo B e C. Além disso, a fruta
é ideal para ingerir entre as refeições, quando bate aquela vontade de atacar
um doce, já que conta com triptofano, um elemento que aumenta os níveis de
serotonina, o hormônio do bem-estar
Melancia:
Rica em betacaroteno, a melancia é uma das frutas que mais contém água e também vitaminas do complexo A e B. Promove uma verdadeira limpeza no
sistema digestivo, tanto no intestino, como no estômago
Pera:
Segundo um estudo realizado pelo Instituto de Medicina Social do Rio de Janeiro
e publicado no Journal of Nutrition, comer três peras por dia ajuda a eliminar
os quilos extras. A fruta é rica em vitamina A, C, vitaminas do complexo B, fibras e água
Laranja
- Já conhecida por seu alto teor de vitamina C, também são ricas em muitos
outros compostos anticancerígenos. Pesquisadores descobriram que as laranjas
contêm mais de 170 tipos de fitoquímicos. O consumo regular de laranjas (1
fruta ao dia ou 1 copo de suco) está significativamente associado à menor
incidência de câncer de pulmão e estômago
Limão:
Uma pesquisa divulgada no Journal Pharm Biomed Analysis apontou que o limão
facilita o metabolismo das gorduras e diminui a síntese de colesterol e de
triglicérides. Além disso, é rico em vitamina C, que ajuda na absorção de
ferro, é altamente antioxidante e contém limonóides, substâncias potentes no combate ao
aparecimento de tumores
Goiaba: Assim como o tomate, a fruta é rica
em licopeno, substância que neutraliza a ação de radicais livres e estimula o sistema imunológico.
Estudos apontam o licopeno como redutor de risco de câncer, principalmente de
próstata
Morango:
Como todas as frutas vermelhas, contém catequinas, um fitonutriente rico em
antioxidantes. Frutas vermelhas também são ótimas fontes de polifenóis,
substâncias também encontradas nos vinhos e que, segundo estudos científicos,
exerce proteção contra doenças vasculares, especialmente às relacionadas ao
coração
Uva: Pesquisa realizada
pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP constatou que o bagaço de uva
(casca e semente) reduz o risco de doenças cardiovasculares por ação do
resveratrol. A nutricionista Solange Saavedra explica que as uvas contêm
quercetina, substância que combate coágulos e inflamações. proteínas
Mamão:
A papaína encontrada no mamão é altamente digestiva. Além disso, esta fruta tem
excelente poder laxante
Também contém flavonoides, que são
antioxidantes e combatem o mau colesterol
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